Mas então, o que dizer de um autor que decide assumir definitivamente o peso da história, para ao mesmo tempo torna-lo imponderável, assim, de uma forma tão despudorada?
Dir-se-ia, pois, que se confirma em Bandeira essa tendência de atirador furtivo; como que se as coisas pudessem ser como sempre foram e, simultaneamente, funcionar ao contrário.
