Quando as Catedrais eram Brancas, notas breves sobre arquitectura e outras banalidades, por Pedro Machado Costa

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Sempre que há uma oportunidade, Pedro Bandeira cita aquela frase dos situacionistas. Aquela frase que deve ser a frase preferida do Bandeira. Aquela. A que deve ter sido dita pela primeira vez pelo próprio Debord. Que é mais ou menos isto: onde há fogo a gente leva gasolina.

Pensando bem: Pedro Bandeira teve sempre ar de ateador.
E de atirador também. Um atirador furtivo, daqueles que consegue ficar dias e dias sem se mexer, deitado de barriga para baixo, a tocar no metal com cheiro ao metal de uma carabina. Pacientemente. À espera de algo que se mova no sentido contrário ao da lógica.

2 comentários:

AM disse...

um retrato do teu querido:
http://odesproposito.blogspot.com/2006/03/pedro-bandeira.html

quando-as-catedrais-eram-brancas disse...

Não tinha visto. Mas é de facto uma boa introdução à excelente capacidade que Bandeira demonstra em escolher a sua própria farda.

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