Para lá de marcar o fim dos Opúsculos, o texto de Pedro Baía (Autorismos) que a Dafne agora pública, apresenta algo de verdadeiramente singular - senão único - no panorama editorial (ia dizer português, mas não é verdade): a sua própria anulação.
O acto, não sem alguma ironia fina (cada símio no seu raminho), fica por conta de uma senhora chamada Ana Isabel Soares. Que, sendo linguísta, não tem papas-na-língua. E de um senhor chamado André Távares. Que, sendo editor, não tem nada a esconder.
