Quando as Catedrais eram Brancas, notas breves sobre arquitectura e outras banalidades, por Pedro Machado Costa

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O Clube dos Poetas Mortos

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O júri da secção portuguesa da associação internacional de críticos de arte decidiu premiar Paulo Gouveia com o prémio AICA 2009 na área de arquitectura, confirmando-se essa tendência generalizada em incentivar o trabalho daqueles que já não precisam, dar visibilidade áqueles que nunca a quiseram, e celebrar fins de carreira.

Enfim, tudo aquilo para que a crítica d'arte não serve.

O que os edifícios provocam

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E não é só por ter construído pouco que a sua obra constutui uma raridade, mas pela extraordinária comoção que os seus edifícios provocam.

A morte de um arquitecto hiper-realista (obituário a Paulo Gouveia), Ana Vaz Milheiros, Público, 7 Nov. '09

Princípios de Novembro

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Museu do Vinho, Pico, 1999, Paulo Gouveia

Nunca tive propriamente oportunidade de me cruzar com Paulo Gouveia. De lhe falar. Ou de lhe tentar dizer o como admirava as obras que lhe conheço. Se até agora isso era apenas uma condição, a partir de hoje a situação tornou-se irreversível. Facto que é demais lamentável.

Novembro não começa bem.

(ps: para o mensageiro, dir-se-ia não haver palavras para evitar o inevitável. Sad news indeed)

Adenda à entrada anterior

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Miradouro, Museu do Vinho, Pico, Paulo Gouveia, 1999

A sua intervenção não é a de se calar perante o valor da envolvente, mas sim, com sensibilidade e inteligência, a de a manipular. Construir a leitura da paisagem, manipulando a percepção de quem a vê, é assim algo mais ambicioso e aliciante que a evidência da sua simples entrega. Aliás, a ideia e o prazer de construir é algo que o pequeno edifício respira.

Os Miradouros e o Mirante do Museu do Vinho [Trecho], crónica por Sérgio Fazenda Rodrigues para o Açoriano Oriental. As crónicas são regularmente publicadas no Açores 2010.

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