Quando as Catedrais eram Brancas, notas breves sobre arquitectura e outras banalidades, por Pedro Machado Costa

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A lucidez

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O deslumbramento, a construção e o culto do arquitecto como figura do sucesso (...), eleva-se no coreto da nossa paróquia. E esquecemo-nos da arquitectura. De nós mesmos. E do outro.
de João Amaro Correia

6 comentários:

joão amaro correia disse...

o mais curioso é que o escrever tais linhas não me encontrasse propriamente quimicamente sóbrio.

Princess Leia disse...

Evidentemente que João Amaro Correia estava sobre o efeito de drogas. Diz João Amaro Correia que Carrilho é Darth Vader, quando João Amaro Correia queria antes dizer que Carrilho é o Jabba the Hut da arquitectura portuguesa

joão amaro correia disse...

não eram drogas.
a figura do jabba ainda me passou pela cabeça, até mesmo a do imperador.

quando as Catedrais eram Brancas disse...

Bom: independentemente de concordarmos ou não com os paralelismos de João Amaro Correia e dessa nobre anónima (?) autoproclamada, parece-me que as semelhanças entre o cinema e a realidade mereceriam melhor do que o anonimato.
A proposito da escrita nos Blogs, recordo uma discussão com Tiago Mota Saraiva, em que me foi transmitida aquela que é aparentemente a melhor regra: não escrever nada sobre (algo ou) alguém que não possa ser repetido em frente a esse alguém.

joão amaro correia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
joão amaro correia disse...

essa sensata (e lúcida) entrada do tiago serve para os blogs em geral e para a vida em particular.

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