Quando as Catedrais eram Brancas, notas breves sobre arquitectura e outras banalidades, por Pedro Machado Costa

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O equivoco dos imaginários

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[via The Inquisitr]

É no mínimo curiosa a polémica criada à volta de Ruins of the Second Gilded Age.
Aparentemente o New York Times discorda da manipulação fotográfica, como se a fotografia alguma vez tivesse sido outra coisa que não manipulação.

Mais confusa ainda parece ser a reacção de Edgar Martins, quando afirma, no Público, que a manipulação não tinha objectivos estéticos; quando é exactamente aí que reside o interesse da sua obra.

A este propósito cite-se Madelena Lello, exactamente num post sobre a obra de Martins: voltemos ao início, ao princípio de Heisenberg, e nas fotografias de Edgar Martins o que se vê não existe, Martins testa os limites da incerteza, pois um bom observador encontra sempre algo de estranho, excêntrico nas coisas mais banais.

2 comentários:

AM disse...

acho a dita polémica uma bizantinisse sem qualquer sentido
tanto gajo que não tem mais nada que fazer que andar armado em polícia da pureza das artes e das imagens e do c...
grave!? grave é isto: http://odesproposito.blogspot.com/2008/07/photoshop.html

joão amaro correia disse...

há duas questões:
a. a da 'pureza', como dizes, antónio. essa sim uma 'bizantinisse', e o que é a arte se não 'manipulação'?

b. mais grave, o artista, com certeza pressionado pelo peso institucional do ny times e do rombo que um incidente destes pode causar à 'carreira', esfarrapa-se na infantilidade do 'mas eu não sabia que era assim, que o que eles queriam era fotojornalismo - não é tb manipulação? - que o que eu faço é ficção e tal. pior, confunde estética com mera aparência de um bonito ou pranzanteiro à visão.
pobre.

j

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