Quando as Catedrais eram Brancas, notas breves sobre arquitectura e outras banalidades, por Pedro Machado Costa

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O rei está morto: viva Champalimaud

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Tornou-se evidente, há já muito tempo, que de facto a construção do Museu dos Coches irá avançar. Da sua urgência - que dispensou a realização de um concurso para a escolha de um melhor projecto de arquitectura - já (quase) toda a gente se parece ter esquecido.
Continuo a acreditar que o projecto poderia muito bem ter sido outro, bem melhor (aliás, Mendes da Rocha nem sequer foi a primeira escollha entre os Pritzker), e que essa ausência de ambição irá menorizar aquilo que à partida seria uma grande oportunidade arquitectónica.
Certo é (que com a excepção de Mendes da Rocha) não haverá propriamente lugar a mortos e feridos, mas apenas um amargo de boca, que mais cedo um mais tarde passará.

Falhada a obra do regime, restará a Fundação de Charles Correia para convenientemente emoldurar o próximo 5 de Outubro.

2 comentários:

joão amaro correia disse...

que também não transporta esperanças refulgentes, diga-se, com pena. muita.

j

joão amaro correia disse...

diz que ao herzog não lhe apeteceu a maçada dos prazos. dos coches.

j

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